terça-feira, 8 de novembro de 2011

As aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne (2011)

Título original: The Adventures of Tintin: The Secret of the Unicorn
Lançamento: 2012 
País: Estados Unidos, Bélgica, Nova Zelândia
Direção: Steven Spielberg
Atores: Jamie Bell, Andy Serkis, Daniel Craig, Nick Frost, Toby Jones.
Duração: 107 min
Gênero: Aventura


Cena do filme

Não foi por acaso que o consagradíssimo Steven Spielberg escolheu adaptar As aventuras de Tintim em seu primeiro filme de animação. O diretor é fã assumido da série em quadrinhos desde 1981, quando compararam uma de suas obras-primas, Os Caçadores da Arca Perdida (1981), às aventuras do jovem Tintim. A comparação despertou o interesse do cineasta e foi paixão à primeira leitura! Dois anos depois, Spielberg se tornaria detentor dos direitos da série para a adaptação cinematográfica. Mais de vinte anos se passaram, durantes os quais alguns projetos de filmagem se esboçaram, mas nada que saísse do papel. 

Finalmente, há aproximadamente 4 anos, Spielberg resolveu que realizaria o projeto, mas com atores reais, como o havia sempre imaginado.  Ao pedir a Peter Jackson, também fã dos quadrinhos, conselhos para a animação do cachorrinho Milu, ele foi convencido pelo diretor da saga Os Senhor dos Anéis, que o universo de Tintim deveria ser transposto às telonas sob a forma de animação. Jackson logo se ligou ao projeto, atuando como produtor e supervisor técnico do filme. A ele caberá a direção do segundo longa baseado na série, ainda sem data para filmagem e lançamento. Para a animação de As aventuras de Tintim, Spielberg optou por utilizar a técnica que capta movimentos e expressões de atores reais. Nesta empreitada, ele pôde contar com a experiência de Peter Jackson, que já havia usado a mesma técnica no personagem Gollun em Os senhor dos anéis e no gorila de King Kong (ambos interpretados por Andy Serkins). 

As aventuras de Tintim foram publicadas desde o final dos anos 20 (1929) até os anos 80! A série e o personagem são criações do quadrinista belga Georges Rémi, sob o pseudônimo de Hergé. O curioso é que o quadrinista (morto em 1983) também se tornou fã de Spielberg e chegou a afirmar que somente o diretor poderia fazer justiça a sua obra numa eventual adaptação para o cinema. A popularidade de Tintim extrapolou a Bélgica e a França (país que o adotou), atingindo o mundo inteiro. O personagem-título é um curioso repórter recém saído da adolescência, que se mete nas mais variadas investigações ao lado do seu super inteligente e fiel cachorro, Milu. O filme, As aventuras de Tintim - O segredo do Licorne, é uma adaptação de várias tramas e elementos presentes na série, reunidos em torno de duas histórias principais: O segredo do Licorne e O tesouro de Red Rackham


Jamie Bell (Tintim) e Andy Serkins (Haddock) e a técnica de motion capture 

A abertura de As aventuras de Tintim já chama a atenção. O longa se inicia com uma simpaticíssima animação (à moda antiga) que, assim como acontece em outras adaptações do gênero, nos remete à  origem da obra, em quadrinhos. Funcionando como um tipo de resumo da série de Hergé, a abertura nos apresenta o personagem principal, enfatizando sua "queda" pelo perigo e pela aventura, em diversas sequências de ação. É interessante que Spielberg tenha optado por revelar o rosto do protagonista, somente após a sequência de abertura, através de uma caricatura feita por um artista de rua (inspirado no próprio criador da série). Nela, vemos os traços que popularizaram o personagem, em uma bela homenagem ao desenho de Hergé. 

A primeira animação de Spielberg já tem lugar garantido na lista dos melhores filmes de aventura do diretor! Em As aventuras de Tintim, temos um Spielberg inspirado, que brinca com todas as possibilidades que a câmera digital lhe oferece. Os belíssimos travellings e planos-sequências, marcas do diretor, são abundantes e de uma extrema sofisticação. As sequências de ação são grandiosas e de tirar o fôlego e é impossível não reconhecer Indiana Jones em quase todas as cenas. (O que está longe de ser um defeito!) Em uma sequência, vemos, por exemplo, um combate entre dois navios, em que um deles chega a passar por cima do outro! Em outra, vemos uma perseguição alucinante de motos, digna de 007, nas íngremes ruas de uma cidade do norte da África! Mas se não bastasse ser um filme de aventura impecável, o filme também resgata, de certa forma, o gênero capa-e-espada, com vários combates memoráveis, o melhor deles entre Sir Francis Haddock (Andy Serkins, sempre ótimo) e seu arqui-inimigo Sakharine (Daniel Craig, também excelente)  a bordo do navio Licorne.

Se o filme carrega a aura de Indiana Jones, ele também nos remete ao gênio do suspense Alfred Hitchcock. Em uma cena em particular, a referência ao mestre parece explícita: Tintim e Haddock estão em pleno mar sobre um pequeno barco e eles são perseguidos por um aeroplano, sem possibilidade de escapatória. Uma homenagem à clássica sequência de Intriga Internacional (1959). Spielberg, como uma criança diante de um brinquedo novo, parece se divertir com as possibilidades da animação. As transições entre os planos são geniais: ele faz dunas se transformarem em ondas do mar, o mar se transformar numa poça d'água na calçada, ele faz surgir da mão de um homem, personagens montados em camelos, etc... A passagem do passado para  presente (e vice-versa) no filme é dinâmica, divertida e surpreendente. E o diretor agencia essas duas temporalidades da narrativa de maneira magistral. 

As aventuras de Tintim também encontra espaço para comédia que vai tanto de um humor físico  (caso, por exemplo, de uma divertida cena de marinheiros dormindo no navio) a ótimas tiradas (a maioria protagonizada pelo quase-sempre bêbado Haddock). O fato de a história não soar nada original ao espectador de hoje (ela nos remete, por exemplo, ao primeiro Piratas do Caribe), não impede que sejamos tomados pela ação envolvente do filme. O longa se revela excelente também em seus aspectos técnicos, na captura de movimentos, na qualidade da animação e na "fotografia" (o grande fotógrafo Janusz Kaminski, parceiro habitual de Spielberg, deu suporte à equipe da animação, dando dicas de iluminação). Como era de se esperar, a trilha sonora de John Williams é fantástica (confesso que fiquei apreciando a música do filme durantes os créditos finais). 

As aventuras de Tintim é um dos grandes lançamentos deste ano! Divertido, eletrizante, o filme é a oportunidade de ver Steven Spielberg em grande forma e de volta à aventura. O longa já pode ser considerado um dos favoritos ao prêmio de Melhor longa-metragem de Animação no próximo Oscar. 



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Previsão para estreia no Brasil: 20 de janeiro



domingo, 6 de novembro de 2011

Marjane Satrapi e sua cinebiografia

Título original: Persepolis
Lançamento: 2007
País: França
Direção: Vincent Paronnaud, Marjane Satrapi
Atores: Chiara Mastroianni, Catherine Deneuve, Danielle Darrieux, Simon Abkarian.
Duração: 95 min
Gênero: Animação

 
Marjane Satrapi é ilustradora, romancista gráfica, autora de livros infantis e diretora de animação. Iraniana, naturalizada francesa, ela nasceu em 1969, numa cidade chamada Rasht. Além da língua persa, a ilustradora fala francês, alemão, inglês e sueco. Satrapi cresceu no Teerã e sua família era politicamente envolvida com movimentos socialistas e comunistas. Quando jovem, freqüentou uma escola francesa e viu de perto o crescimento da repressão às liberdades civis, as mudanças de regime e a violência assolar seu país.  Aos 14 anos, ela foi enviada à Viena, na Áustria, para escapar do caos político no Irã. Em Viena, chegou a viver como nômade, na casa de amigos e morou por dois meses na rua. Lá, ela se formou em comunicação visual e obteve seu mestrado já em Teerã. Ela se casou aos 21 anos e se divorciou aos 24. Hoje ela está casada pela segunda vez e mora em Paris. Sartrapi publicou diversos romances gráficos , dentre eles, a bem-sucedida série Persépolis, baseada em sua vida. Em 2007, ela co-dirigiu o filme Persépolis, pelo qual foi indicada ao Oscar.

Persépolis foi transposto para cinema por Satrapi e pelo diretor e roteirista francês Vincent Paronnaud. O filme foi baseado no romance gráfico homônimo, publicado, originalmente, em quatro volumes. A animação definitivamente não é destinada ao público infantil. Mesmo com um tom bem-humorado, o longa aborda temas delicados, como: o fundamentalismo islâmico, a perseguição política e religiosa, a repressão, assassinatos e até mesmo o estupro. A narrativa, contada a partir do ponto-de-vista da jovem Marjane, acompanha a vida da protagonista desde os 9 anos até, aproximadamente, os 24. O filme veicula uma visão crítica de Satrapi sobre sua própria história e sobre seu país, o Irã. 

Inteligente, com um humor mordaz e recheado de reflexões filosóficas sobre a própria existência, Persépolis é a prova que o cinema de animação pode tratar de assuntos sérios e ser consumido também por jovens e adultos. A animação e o design de produção do filme são sensacionais e impressionam no uso de cores fortes e pelas múltiplas referências e gags visuais. Satrapi e Paronnaud mostram-se geniais ao conseguirem chocar, emocionar e fazer rir através das imagens. E eles merecem elogios por saberem dosar, incrivelmente bem, os momentos densos e sombrios com as partes engraçadas (e não são poucas). Uma das sequências mais interessantes do filme é aquela em que a história do Irã é contada através de marionetes de papel. A animação conta ainda com belíssimas dublagens de Chiara Mastroianni, Catherine Deneuve, Gena Rowlands e outros. 

Persépolis é um dos melhores filmes de animação lançado nos últimos anos. Engraçado, relevante e atual, ele se destaca também por ser uma cinebiografia deliciosa e encantadora. Ao final, é impossível não se apaixonar por Marjane.  

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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

As mulheres mais sexies do cinema - Parte III

O Clube do Filme finaliza sua lista das 51 personagens femininas mais sexies do cinema. Nesta última parte, elegemos as mulheres mais sensuais do cinema americano e inglês dos anos 60 até os anos 2000. Confira!

Parte III - Dos anos 60 até hoje...


1 - Honey (Ursula Andress)

3 - Bonnie Parker (Faye Dunaway)
2 - Diana Scott (Julie Christie)


















4 - Barbarella (Jane Fonda)
5 - Jenny Hanley (Bo Derek)


















7 - Emmeline (Brooke Shields)
6 - Ripley (Sigourney Weaver)



















8 - Matty Walker (Kathleen Turner)

9 -  Madison (Daryl Hannah)



















11 -  Jessica Rabbit (voz de Kathleen Turner)
10 - Elizabeth (Kim Basinger)



















12 - Vivian Ward (Julia Roberts)
13 - Catherine Tramell  (Sharon Stone)


15 - Tina Carlyle (Cameron Diaz)
14 - Catwoman / Selina Kyle (Michelle Pfeiffer)




















17 -  Elena (Catherine Zeta-Jones)

16 - Rose (Kate Winslet)


















18 - Mystique (Rebecca Romijn)

19 - Leticia Musgrove (Halle Berry)




20 - Satine (Nicole Kidman)

21 - Alice (Milla Jovovich)
22 - Alice (Natalie Portman)













23 - Jane Smith (Angelina Jolie)

1 - Ursula Andress como Honey em OO7 Contra o Satãnico Dr. No (1962), dirigido por Terence Young.

2 - Julie Christie como Diana Scott em Darling - A que amou demais (1965), dirigido por John Schlesinger.

3 - Faye Dunaway como Bonnie Parker em Bonnie e Clyde - Uma rajada de balas (1967), dirigido por Arthur Penn.

4 - Jane Fonda como Barbarella em Barbarella (1968), dirigido por Roger Vadin.

5 - Bo Derek como Jenny Hanley em Mulher nota 10 (1979), dirigido por Blake Edwards.

6 - Sigourney Weaver como Ripley em Allien - o oitavo passageiro (1979), dirigido por Ridley Scott.

7 - Brooke Shields como Emmeline em A Lagoa Azul (1980), dirigido por Randal Kleiser.

8 - Kathleen Turner como Matty Walker em Corpos Ardentes (1981), dirigido por Lawrence Kasdan.

9 - Daryl Hannah como Madison em Splash - Uma sereia em minha vida (1984), dirigido por Ron Howard.

10 - Kim Basinger como Elizabeth em 9 1/2 semanas de amor (1986), dirigido por Adrian Lyne.

11 - Kathleen Turner dubla Jessica Rabbit em Uma cilada para Roger Rabbit (1988), dirigido por Robert Zemeckis.

12 - Julia Roberts como Vivian Ward em Uma linda mulher (1990), dirigido por Garry Marshall.

13 - Sharon Stone como Catherine Tramell em Instinto selvagem (1992), dirigido por Paul Verhoeven.

14 - Michelle Pfeiffer como Mulher-Gato/Selina em Batman - O Retorno (1992), dirigido por Tim Burton.

15 - Cameron Diaz como Tina Carlyle em O Máskara (1994), dirigido por Chuck Russell.

16 - Kate Winslet como Rose em Titanic (1997), dirigido por James Cameron.

17 - Catherine Zeta-Jones como Elena em A máscara do Zorro (1998), dirigido por  Martin Campbell.

18 - Rebecca Romijn como Mística em X-Men: o Filme (2000), dirigido por Bryan Singer.

19 - Halle Berry como Leticia em A última ceia (2001), dirigido por Marc Forster.

20 - Nicole Kidman como Satine em Moulin Rouge (2001), dirigido por Baz Luhrmann.

21 - Milla Jovovich como Alice em Resident Evil - O hóspede maldito (2002), dirigido por Paul W.S. Anderson.


22 - Natalie Portman como Alice em Closer - Perto demais (2004), dirigido por Mike Nichols.

23 - Angelina Jolie como Jane Smith em Sr. & Sra. Smith (2005), dirigido por Doug Liman.



Relembre as outras 28 personagens:




quarta-feira, 2 de novembro de 2011

As mulheres mais sexies do cinema - Parte II

Continuando a empreitada de escolher as mulheres mais sexies do cinema, o Clube do Filme lança a Parte II de sua lista. Na Parte I, nos limitamos à Era de Ouro de Hollywood. Desta vez, selecionamos personagens interpretadas por atrizes de língua não-inglesa. 


Parte II - De Hollywood para o mundo...

1 -  Juliete Hardy (Brigitte Bardot)

3 -  Pupe (Romy Schneider)
2 - Sylvia (Anita Ekberg)



















4 -  Filumena Marturano (Sophia Loren)

5 - Séverine Serizy/Belle de Jour (Catherine Deneuve)

7 -  Maria Braun (Hanna Schygulla)


6 - Jill McBain (Claudia Cardinale)















9 - Sabina (Lena Olin)




8 - Gabriela (Sônia Braga)


  
10 - Rainha Margot (Isabelle Adjani)

   11 - Satanico Pandemonium (Salma Hayek)





12 - Malèna (Monica Bellucci)

14 - Imperadora Phoenix (Gong Li)
13 - Luisa (Maribel  Verdú)


                 
15 - Maria Elena (Penélope Cruz)


1 - A francesa Brigitte Bardot como Juliete Hardy no filme E Deus criou a mulher (1956), do diretor Roger Vadim.

2 - A sueca Anita Ekberg como Sylvia, no clássico italiano A Doce Vida (1960), de Federico Fellini. 

3 - A austríaca Romy Schneider como Pupe, em Boccaccio 70 (segmento "O trabalho", dirigido por Luchino Visconti).

4 - A italiana Sophia Loren como Filumena Marturano, na comédia dramática Matrimônio à Italiana (1964), de Vittorio De Sica. 

5 - A francesa Catherine Deneuve como Séverine Serizy/Belle de Jour, no inesquecível A Bela da Tarde (1967), de Luis Buñuel.

6 -  A tunisiana Claudia Cardinale como Jill McBain, no brilhante faroeste de Sérgio Leone, Era Uma Vez no Oeste (1968).

7 - A alemã/polonesa Hanna Schygulla como Maria Braun, no fantástico O casamento de Maria Braun (1979), de  Rainer Werner Fassbinder.

8 -A brasileira Sônia Braga como Gabriela, no filme Gabriela, Cravo e Canela (1983), de Bruno Barreto.

9 - A sueca Lena Olin como Sabina, no filme A insustentável Leveza do Ser (1988), de Philip Kaufman.

10 - A francesa Isabelle Adjani como Marguerite de Valois (ou Rainha Margot), no filme A Rainha Margot (1994), de Patrice Chéreau. 

11 - A mexicana Salma Hayek como Satanico Pandemonium, no filme Um drink no inferno (1996), de Robert Rodriguez.

12 - A italiana Monica Bellucci como Malèna, em Malèna (2000), de Giuseppe Tornatore.

13 - A espanhola Marbel Verdú como Luisa, em E sua mãe também (2001), de Alfonso Cuarón.

14 - A chinesa Gong Li como Imperadora Phoenix, no exuberante filme A Maldição da Flor Dourada (2006), de Yimou Zhang.

15 - A espanhola Penélope Cruz como Maria Elena, em Vicky Cristina Barcelona (2008), de Woody Allen. 


Parte1

Parte 3



segunda-feira, 31 de outubro de 2011

As mulheres mais sexies do cinema

O Clube do Filme homenageia, nesta semana, a sensualidade feminina no cinema. Selecionamos algumas personagens inesquecíveis, em grandes filmes, que são importantes  na filmografia de atrizes reconhecidas pelo talento, beleza e sex appeal

No post de hoje, elegemos as personagens mais sexies do cinema clássico hollywoodiano. Confira, opine e contribua com a nossa lista!


Parte I - A Era de Ouro de Hollywood

1 - Helen Jones (Marlene Dietrich)

3 - Poppea (Claudette Colbert)

2 - Grusinskaya (Greta Garbo)
5 - Laura Hunt (Gene Tierney)

4 - Rio McDonald (Jane Russell)
6 - Marie 'Slim' Browning (Lauren Bacall)
7 - Cora Smith (Lana Turner)

                 
8 - Gilda (Rita Hayworth)

9 - Maria Vargas (Ava Gardner)

10 - Carmen Jones (Dorothy Dandridge)
11 - The Girl (Marilyn Monroe)
               
12 - Frances Stevens (Grace Kelly)
13 - Maggie Pollit (Elizabeth Taylor)





















1 - Marlene Dietrich como Helen Jones, em Blonde Venus (1932), dirigida pelo genial Josef von Sternberg. 

2 - Greta Garbo como Grusinskaya, em Grande Hotel (1932), filme dirigido por Edmund Goulding. Neste clássico, a atriz imortalizou a frase "I want to be alone". 

3 - Claudette Colbert como Pompéia, em O Sinal da Cruz (1932), épico exuberante de Cecil B. DeMille. No filme, a atriz chega a mostrar parcialmente seus seios. Nesta época, ainda não vigorava a censura. 

4 - Jane Russell como Rio McDonald, em O proscrito (1943), dirigido por Howard Hughes. Os volumosos seios da atriz chamaram bastante atenção e a censura, já consolidada nesta época, fez vários embargos ao filme. 

5 - Gene Tierney como Laura Hunt, em Laura (1944), clássico de Otto Preminger. 

6 - Lauren Bacall como "Slim", em seu filme de estreia no cinema, Uma Aventura na Martinica (1944), de Howard Hawks. 

7 - Lana Turner como Cora Smith, em O destino bate à sua porta (1946), filme de Tay Garnett. 

8- Rita Hayworth como Gilda, em Gilda (1946), filme de Charles Vidor. Os cartazes do filme diziam "There never was a woman like Gilda!". 

9 - Ava Gardner como Maria Vargas em A Condessa Descalça (1954), filme de Joseph L. Mankiewicz.  

10 - Dorothy Dandridge como Carmen Jones, em Carmem Jones (1954), musical de Otto Preminger inspirado na ópera de Bizet. Dorothy Dandridge foi a primeira mulher negra a concorrer ao Oscar de Melhor Atriz, ela foi indicada por este papel. 

11 - Marilyn Monroe como The Girl, em O pecado mora ao lado (1955), comédia de Billy Wilder. A atriz também esbanja sensualidade em Os homens preferem as loiras (1953) e Quanto mais quente melhor (1959).

12 - Grace Kelly como Frances Stevens, em Ladrão de casaca (1955), filme de Alfred Hitchcock. 

13 - Elizabeth Taylor como Maggie Pollit, em Gata em teto de zinco quente (1958), adaptação da peça homônima de Tennessee Williams, dirigida por Richard Brooks.