quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Alice no País das Maravilhas (1951) e a Cena do Dia: Festa de Desaniversário

Nesta semana o Clube do Filme homenageia Alice no País das Maravilhas, a animação de 1951. A segunda cena da semana é, sem dúvida, uma das mais divertidas do longa. Que criança não gostaria de ter uma festa de (des)aniversário todo dia? Por que comemorar somente a data de nascimento, sendo que existem mais 364 dias no ano? Lewis Carroll brinca com tudo isso e institui a Festa de Desaniversário. A Cena do Dia mostra Alice chegando no meio de uma dessas comemorações, encontrando o Chapeleiro Maluco (com a sua charmosa língua presa), a Lebre de Março e o Dormidongo (ligeiramente esquizofrênico), todos viciados em chá. Detalhe: a canção de desaniversário gruda mais na cabeça que o próprio "Parabéns pra você". Alice, mais uma vez, se vê numa situação completamente insana e, pelo comportamento dos três anfitriões, só nos resta perguntar: "O que tem nesse chá?".


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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Alice no País das Maravilhas (1951) - A Foca e o Carpinteiro

O Clube do Filme homenageia, essa semana, a animação sexagenária Alice no Pais das Maravilhas. A versão de 1951 de Walt Disney para o clássico de Lewis Carroll tem um lugar especial em minha memória afetiva. A animação consegue captar magistralmente a essência da obra do grande escritor inglês, com uma criatividade impressionante, brincando com os desenhos, assim como Carroll brincava com as palavras. O filme, que é a combinação dos livros "Alice no País das Maravilhas" e "Alice no País do espelho", demorou mais de dez anos para ser concluído e, apesar de não ter sido um sucesso de bilheteria, foi visto, quase instantaneamente, como um filme cult. Divertido, inventivo, recheado de ótimas canções, deliciosamente insano e por, vezes assustador, o filme permanece sendo a melhor referência cinematográfica para a obra de Carroll (que me perdoe Tim Burton). Vale ainda destacar a belíssima dublagem em português!

A Cena do Dia corresponde à fábula da Foca e do Carpinteiro (ou a História das Ostras Furiosas). A história é contada, ou melhor, cantada, por dois gêmeos bizarros que atravessam o caminho de Alice. Eles se chamam Tweedledum e Tweedledee (ambos retirados de Alice no Pais do Espelho). Impressionantemente triste e impiedosa, a fábula veicula uma visão realista e crítica do mundo. 

Clique aqui e assista à cena


Tweedledum e Tweedledee (ou vice-versa)
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Harvey Milk e sua cinebiografia

Título original: Milk
Lançamento: 2008
País: EUA
Direção: Gus Van Sant
Atores: Sean Penn, Emile Hirsch, Josh Brolin, Diego Luna.
Duração: 128 min
Gênero: Drama

 Sean Penn e Harvey Milk


Harvey Milk foi o primeiro político assumidamente homossexual a ser eleito para um cargo público nos Estados Unidos. Milk nasceu em 1930 em Nova Iorque e se mudou para São Francisco em 1972, mais especificamente para o distrito Castro, habitado por uma grande comunidade gay. Antes de ser eleito membro do San Francisco Board of Supervisors, em 1977, ele concorreu três vezes ao cargo de supervisor sem obter sucesso. Harvey Milk ficou conhecido por sua luta pelos direitos LGBT e é considerado o mais importante e influente político gay eleito nos Estados Unidos. Ele foi assassinado em 1978, após 11 meses de trabalho, por um ex-colega, Dan White. 

White manifestava oposição a diversos posicionamentos de Milk e de outros colegas. Após abandonar o cargo de supervisor, Dan White passou a querer recuperá-lo. Após a recusa do prefeito Moscone, ele cometeu um duplo assassinato à queima roupa. O prefeito e Milk foram encontrados mortos em seus gabinetes. O último se tornou um “mártir da causa gay” e White o homem mais odiado de São Francisco. Após um julgamento controverso, o executor foi indiciado a  apenas cinco anos de prisão. Após dois anos preso, ele foi libertado e cometeu suicídio. 

Milk – A voz da igualdade retrata a vida de Milk (Sean Penn) a partir dos 40 anos, momento em que ele assume sua homossexualidade e se muda para o distrito Castro com seu namorado, o jovem Scott Smith (James Franco). Juntos, eles abrem uma loja na famosa Rua Castro, que se tornaria o grande palco da luta pelos direitos gays em São Francisco. Logo, Milk viraria líder da comunidade, decidindo concorrer ao posto de “supervisor” do Estado (que equivale ao cargo de vereador no Brasil). Após três tentativas, ele é eleito. 

Gus Van Sant optou por iniciar seu longa com imagens de arquivo referentes ao assassinato de Harvey Milk e do prefeito Moscone. Essa, no entanto, não é a única vez que o diretor opta por utilizar imagens reais durante o filme. Ele faz, inteligentemente, uso deste artifício ao mostrar Anita Bryant, uma personagem importante da trama, apenas em imagens recuperadas, transformando-a em uma figura ainda mais temível.  O uso de cenas de arquivo aproxima o filme de um documentário e é essencial para o tom de realismo trágico que Sant deseja transmitir. Tais imagens provocam um impacto ainda maior para o espectador, por lembrar-nos incisivamente que a história realmente aconteceu. A partir da revelação das mortes, segue-se um longo flashback que mostra a trajetória de Milk até o momento do assassinato.

O talentoso Sean Penn presenteia o espectador com mais uma de suas memoráveis performances. Ele nos faz esquecer completamente seus trabalhos anteriores. Sua composição para o personagem é extremamente rica, sutil e convincente. Sem apelar para o estereótipo ou para o exagero, Penn constrói um personagem cativante, cujos trejeitos são naturais e espontâneos. Ele modifica até mesmo a forma de falar, com um tom de voz levemente anasalado. O ator ganhou seu segundo Oscar por esta atuação em Milk. Josh Brolin, que interpreta Dan White, consegue passar toda a complexidade de seu personagem, numa atuação que foge do estereótipo do vilão. Ele constrói um antagonista humano, inseguro e, de certa forma, patético. Além de Penn e Brolin, o filme ainda conta com ótimas participações de James Franco, Diego Luna e Emile Hirsh.

Gus Van Sant já provou seu talento em filmes como Elefante (2003), Últimos Dias (2005), Gênio Indomável (1997) e Um sonho sem imites (1995). Milk – A voz da igualdade já pode ser considerada uma de suas melhores obras. O longa de 2008 não é somente um ótimo drama biográfico, mas também uma obra relevante que denuncia um tipo de intolerância e discriminação que, infelizmente, ainda existe. Além disso, é uma grande homenagem a importante ativista gay, que foi também um exemplo de perseverança e coragem. 

 Assista ao trailer:




quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Missão: Madrinha de casamento - 2011

Título original: Bridesmaids
Lançamento: 2011
País: Estados Unidos
Direção: Paul Feig
Atores: Kristen Wiig, Maya Rudolph, Terry Crews, Matt Lucas, Melissa McCarthy.
Duração: 125 min
Gênero: Comédia

Cartaz de Missão: madrinha de casamento, uma das comédias mais vistas nos EUA em 2011

O programa televisivo Saturday Night Live lançou ao estrelato ótimos comediantes que se tornaram também estrelas do cinema.  O programa conta com mais de 30 anos de existência e é responsável pela constante renovação do humor nos EUA. Estrelas como Will Ferrell, Mike Myers, Chevy Chase, Dan Aykroyd, entre outros, surgiram no Saturday Night Live. A última década do show nos presenteou com quatro das melhores comediantes americanas da atualidade: Tina Fey, Amy Poehler, Kristen Wiig e Maya Rudolph. As duas últimas estrelam a comédia Missão: Madrinha de casamento, do diretor Paul Feig, que tem no currículo a comédia Ligeiramente grávidos (2007). 

O filme conta a história de Annie (Kristen Wiig) uma divertida "quarentona" que atravessa uma má fase: seu projeto profissional fracassou e sua vida amorosa caiu em ruínas. A moça, que passou a trabalhar como atendente de loja, foi escolhida para ser a "primeira" madrinha de sua melhor amiga, Lilian (Maya Rudolph). Ela não esperava, no entanto, ter uma concorrência pesada pelo posto. A rival de Annie, Helen (Rose Byrne), é linda, elegante, rica e faz de tudo para ocupar o lugar da protagonista  tanto na vida de Lilian, quanto nos preparativos da cerimônia. Em meio às crises pré-casamento e outros problemas, as coisas vão ficando cada vez mais complicadas para Annie.

Apesar de escrita por 2 mulheres (Kristen Wiig e Annie Mumolo), ter 80% do seu elenco formado também por mulheres e focalizar o mundo feminino,  a comédia é capaz de atingir o publico masculino que também dará boas risadas. Isso porque o roteiro acerta em cheio ao mostrar, de forma bem-humorada, situações ridículas pelas quais qualquer pessoa pode passar e sentimentos que todo mundo experimenta pelo menos uma vez na vida. Assim, é fácil de se identificar com Annie, por exemplo, quando ela se sente desconfortável ao ver a melhor amiga falando carinhosamente ao telefone com o noivo. E não é de se espantar este desconforto, já que a protagonista atravessa um momento oposto ao da noiva e, por mais que ela esteja feliz pela amiga, o sucesso alheio lhe faz lembrar seu próprio fracasso. É inevitável não se ver no lugar da personagem, em outras situações, como quando, morrendo de ciúmes de Lilian, ela não consegue disfarçar seu desprezo por Helen, já no primeiro encontro. 

Com um olhar inteligente e bem-humorado sobre a vida moderna, o longa aborda importantes questões: o que é necessário para que uma pessoa se sinta realizada?  E o que fazer quando nada parece dar certo? Mas, Missão: madrinha de casamento consegue ser divertido não apenas por sua capacidade de fazer humor com preocupações e problemas da vida real, mas também graças a sua carismática e desastrada protagonista. É impossível não sentir compaixão e simpatia pela personagem que atravessa uma verdadeira via crucis durante todo o filme, bem de acordo com a filosofia "o que está ruim, pode piorar". Logo no início da trama, por exemplo, a moça tem que ouvir a seguinte frase de um "ficante", após uma tórrida noite de amor: "Eu realmente quero que você vá embora, mas eu não sei como te pedir isso sem parecer um idiota". Com um carisma que muito lembra o de suas ex-colegas Tina Fey e Amy Poehler e um timing cômico delicioso, Kristen Wiig faz de Annie a maior atração do filme.

Falando de atuação, deve-se enfatizar que a comédia se destaca, sobretudo, pela qualidade de seu elenco. Além do desempenho formidável de Wiig, temos ótimas participações de Maya Rudolph, Wendi McLendon-Covey e Chris O'Dowd. Rose Byrne constrói uma antagonista à altura de Wiig e se sai extremamente bem, interpretando uma personagem que amamos odiar. Uma grata e deliciosa surpresa é Melissa McCarthy, que interpreta Megan, uma das personagens mais divertidas do longa. Melissa acabou de ganhar o prêmio de Melhor Atriz no Emmy, pela série Mike e Molly.

Apesar de desapontar um pouco na parte final, Missão: madrinha de casamento é uma comédia divertida,  atual e com excelentes tiradas. A fórmula pode até parecer, em alguns momentos, repetitiva ou previsível, mas o longa consegue superar várias outras comédias atuais por ser efetivamente engraçado, sem soar completamente imbecilizante ou apelativo. O filme tem estreia prevista no Brasil  para amanhã, 23 de setembro. Cheque nos cinemas de sua cidade!

Assista ao trailer:


terça-feira, 20 de setembro de 2011

Cena do Dia - E o vento levou... (1939)

Para comemorar o dia do meu aniversário, escolhi um dos meus filmes favoritos. Trata-se  do clássico produzido pelo genial David O. Selznick e baseado no best-seller de Margareth Mitchell: E o vento levou. O longa de quase quatro horas de duração, já apareceu nessa seção. A cena de hoje é uma das mais eloquentes do épico e marca o fim da primeira parte do filme. Nela, a (anti)heroína Scarlett O'Hara (vivida pela fenomenal Vivien Leigh) jura que nunca mais passará fome, nem que para isso tenha que cometer os mais abomináveis crimes. E não é que a moça comete todos que cita? Ela rouba, mente, trai e até mata. A sequência é engrandecida pela fotografia magistral de Ernest Haller, pelo design de produção de William Cameron Menzies (um dos grandes "autores" do filme) e pela trilha sonora densa e inesquecível de Max Steiner. Relembre esta cena e aprecie um dos momentos mais mágicos do cinema. 


I'LL NEVER BE HUNGRY AGAIN!!!










 

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Cena do Dia - Elvira, a Rainha das Trevas (1988)

Elvira, a Rainha das Trevas (1988) é um clássico trash. O filme conta a história de uma bruxa sedutora que se muda para uma cidadezinha super conservadora da Nova Inglaterra, onde escandaliza os moradores locais com seus hábitos extravagantes e provoca muitas confusões. A Cena do Dia é antológica e dispensa comentários. Basta dizer que Cassandra Peterson mostra provavelmente seu maior dote artístico e fecha o longa com chave-de-ouro.

Clique aqui e assista à cena. (Para quem não sabe exatamente o que é ser trash, eis a melhor definição)


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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Erin Brockovich e sua cinebiografia

Título original: Erin Brockovich
Lançamento: 2000
País: EUA
Direção: Steven Soderbergh
Atores: Julia Roberts, Albert Finney, Aaron Eckhart, Marg Helgenberger.
Duração: 145 min
Gênero: Drama

Erin Brockovich: a original

Erin Brockovich nasceu em 22 de junho de 1960, na cidade de Lawrence (Kansas) no centro-oeste dos Estados Unidos. Ex-miss Pacific Coast, Erin ganhou notoriedade pela sua preciosa contribuição no processo contra a poderosa companhia americana de gás e eletricidade, a PG&E, em 1993. Um importante detalhe é que Erin não tinha nenhuma formação em Direito na época. Atualmente, ela é a presidente da firma de consultoria Brockovich Research & Consulting. Ela também trabalha como consultora na Girardi & Keese, Weitz & Luxenberg e na Shine Lawyers. A também ativista ambiental já apresentou os programas Challenge America with Erin Brockovich e Final Justice na televisão americana.

O filme Erin Brockovich – Uma mulher de talento foi dirigido por Steven Soderbergh, que tem no currículo Sexo, mentira e videotapes (1989), Traffic (2000) e Onze homens e um segredo (2001). Baseado no famoso processo contra a PG&E, o filme conta a história de uma mulher comum, Erin, que, após perder um processo envolvendo uma batida de carro, acaba indo trabalhar com o advogado que a defendeu, Ed Masry (Albert Finney). Trabalhando na firma de advocacia, ela descobre documentos médicos arquivados que levavam à suspeita de uma contaminação dos lençóis freáticos de um lugarejo dos Estados Unidos, chamado Hinkley. Com a permissão de Marsry, ela se dedica à investigação, angariando provas contra a companhia PG&E.

O roteiro de Susannah Grant cria uma narrativa que consegue ser eletrizante, divertida e, em muitos momentos, emocionante, contando ainda com diálogos afiados.  Ainda que aqui e ali, o filme faça uso artifícios clichês, como a heroicização da personagem e previsíveis conflitos amorosos, ele se destaca por ser extremamente envolvente. O filme foi indicado a cinco Oscar’s: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Original, Melhor Ator Coadjuvante (Albert Finney) e Melhor Atriz (Julia Roberts). Apenas Roberts saiu vitoriosa.

Julia Roberts é a alma do filme. Ela tem uma das melhores atuações da sua carreira, interpretando uma personagem verborrágica, vulgar, sedutora e inteligente. Roberts está excelente ao interpretar uma mulher comum, tão distante do glamour associado à estrela na vida real. O filme de Soderbergh parece ser feito para fazer a atriz brilhar. Ao lado de Roberts, o grande Albert Finney faz um ótimo trabalho, demonstrando uma ótima química com a atriz. O filme ainda conta com a ótima participação de Marg Helgenberger e um carismático Aaron Eckhart.

Erin Brockovich – Uma mulher de talento é um excelente drama biográfico e uma ótima oportunidade de conhecer a história de uma mulher comum que conseguiu se tornar uma heroína nacional, além de uma profissional de sucesso, ao fazer a coisa certa: ajudar as pessoas.

Julia Roberts como Erin 



Cena do Dia - Adeus, amor (1963)

Adeus, Amor (Bye Bye Birdie) foi um dos musicais mais famosos e adorados dos anos 60. Estrelado por Ann-Margret e baseado no show homônimo da Broadway, o filme conta a história de Conrad Birdie, uma estrela do rock que, após ser recrutado pelo exército, planeja uma despedida do show business em alto estilo. Um concurso é realizado para que uma garota possa dar um beijo de adeus no super star, em rede nacional. A ganhadora é a jovem Kim McAfee (Ann-Margret) que já tinha um namorado. O filme é um delicioso show, com ótimos números musicais e é, de certa forma, a celebração da adolescência. A Cena do Dia é clássica: Kim fala para a amiga Úrsula que seu namoradinho deu um broche para ela (tradição da época que significa que os dois começaram um relacionamento sério). Úrsula espalha a notícia e logo vemos, através de várias divisões da tela, a notícia se espalhar vertiginosamente. 



quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Cena do Dia - A pequena sereia (1989)

A pequena sereia é um clássico da Disney baseado no conto homônimo de Hans Christian Andersen. O filme conta com a linda trilha sonora de Alan Menken e com canções inesquecíveis, como "Under the Sea" e "Kiss the girl". A Cena do Dia é a importante e dramática sequência em que a sereia Ariel faz o pacto com Úrsula, a bruxa-polvo, para se tornar humana e assim poder conquistar o Príncipe. Como pagamento, Ariel deve dar sua voz à malvada. A cena é um show de Úrsula, uma das vilãs mais divertidas da Disney. A voluptuosa e sedutora bruxa foi dublada em português pela atriz e cantora Zezé Motta, cuja bela voz grave se encaixa como uma luva à personagem. Momento-chave do filme, a cena ainda mostra a metamorfose de Ariel, seguida pela sua linda emersão, extremamente sensual.  



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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Melhores vilões do cinema – Parte I

1 – Dr. Hannibal Lecter (Anthony Hopkins), em O Silêncio dos Inocentes (1991)


Canibal e sedutor.


2 – Norman Bates (Anthony Perkins), em Psicose (1960)
Matou a protagonista antes da metade do filme, se veste de mulher e apresenta sérios problemas psicológicos...

 
3 – Nurse Ratched (Louise Fletcher), em Um estranho no ninho (1975)
Fria e detestável.


4 – Alex Forrest (Glenn Close), em Atração Fatal (1987)


Ligeiramente obsessiva e matou um coelhinho!!!



5 – Annie Wilkes (Kathy Bates), em Louca obsessão (1990)


Prova de que nem sempre é bom ter uma fã. 



6 – Mrs. Danvers (Judith Anderson), em Rebecca – A mulher inesquecível (1940)

Sorrateira e maléfica.

 
7 – Regina Giddens (Bette Davis), em Pérfida (1941)
Ambiciosa e, obviamente, pérfida!

8 – A Rainha (voz de Lucille La Verne), em Branca de Neve e os sete anões (1937)

Linda, mas um pouco competitiva demais.  



9 – Mr. Potter (Lionel Barrymore), em A felicidade não se compra (1946)


Ambicioso e sem coração. 



10 – Coringa (Heath Ledger), em Batman - O Cavaleiro das Trevas (2008)

Gosta de pôr um sorriso no rosto das pessoas... com uma faca!


 Preparado para a Parte 2?